Ex-mulher do presidente e CEO da Audiomix Marcos Araújo, Pétala Barreiros usou as redes sociais neste domingo, 3, para dizer que não pode mais falar sobre sua polêmica separação. “Acabei de acordar com um oficial de justiça aqui em casa, acabei de receber uma intimação dizendo que não posso falar mais nada aqui na internet porque se eu falar vou ter que pagar uma multa diária de R$ 5 mil. Como eu não tenho dinheiro, eu não vou mais falar e peço desculpas a vocês. Por todas as mulheres que se sentiram representadas por mim, me desculpa, eu não posso mais falar”, afirmou a influenciadora digital. Desde que terminou com Marcos, a influencer passou a expor nas redes sociais detalhes de como era seu relacionamento e expôs casos de abuso e agressão. Lívia Andrade, atual namorada do empresário, entrou na briga após ser apontada como o pivô da separação. Depois de Pétala ser proibida pela Justiça de falar do ex, Mariana Ferrer demonstrou apoio a influencer.

“Sinto tanto por você, Pétala, e por todas as mulheres que eles conseguem censurar através da única coisa que eles têm: dinheiro e influência, porque de resto são vazios. Nunca saberão como é a sensação de não cometer crimes contra ninguém, de ser realmente inocentes perante os olhos de Deus e da sociedade, de andar de cabeça erguida e coração leve por andar nos preceitos d’Ele. A mesma censura aconteceu comigo um mês antes da sentença injusta e nojenta sair. Fui calada e ainda tive minhas redes sociais bloqueadas por meses, de forma inconstitucional através de um processo nulo. Posts meus foram deletados por eles. Continuo sendo silenciada, não posso falar da minha dor como antes mesmo nunca tendo exposto o processo ou terceiros”, escreveu Mariana nos comentários de um post no Instagram feito pela página Gossip do Dia, no qual Pétala aparece falando da intimação.

O caso de Mariana Ferrer teve grande repercussão após o empresário André de Camargo Aranha ser absolvido pela Justiça da acusação de estupro feito por ela. Segundo a influenciadora, ela foi dopada e violentada em 2018 e, depois de um ano, decidiu expor o que havia acontecido nas redes sociais. “Minha virgindade foi roubada de mim junto com meus sonhos. Fui dopada e estuprada por um estranho em um beach club”, declarou Mariana na época. No comentário da publicação sobre Pétala, a influencer falou que sempre teve “cuidado” com o que divulgava e compartilhava apenas as provas que tinha. “Mesmo assim sigo censurada a pedido do réu no Foro de SP. tive que trancar minhas redes por diariamente sofrer ataques e ameaças graves de funcionários (embaixadoras/mulheres) do local do crime e boots contratados (por vocês sabem quem). A intenção é clara: me causar medo, me calar, atacar a mim e quem me apoia, mudar o foco do que realmente aconteceu, criar fake news através do meu sofrimento. Eles sempre agem assim. peço a D’us que olhe por todas nós, que a justiça por todas chegue logo e que a verdade sempre prevaleça. Não aguentamos mais tanta dor e impunidade dos ímpios”, finalizou Mariana.