Quando pensamos em vinho, logo vem à mente aquelas clássicas rolhas usadas para tampar as garrafas. Marco Antonio Carbonari comenta que o que não falta é variedade de rolas, podendo ser de cortiça, sintética, screw cap e até mesmo vidro.

No passado, a única tampa para selar o vinho era a rolha de cortiça. Muitas pessoas ainda armazenam essas rolhas como artigos de decoração em recipientes. No entanto, a escassez de matéria-prima utilizada na fabricação das rolhas e a inovação no mercado mudaram esta situação. Hoje, ainda podem ser vistos vinhos com rolha, mas outros tipos de vedação começam a ser mais comuns. Veja a seguir, quais são os tipos de rolhas.

  • Rolha de cortiça: É a rolha que mais está relacionada com o vinho, e começou a ser adotada no século XVII como padrão para o fecho de garrafas. A cortiça é um material natural extraído da casca ou da casca do carvalho. Portugal é um dos maiores produtores de cortiça do mundo. Marco Antonio Carbonari conta que as rolhas tradicionais encontram-se habitualmente em vinhos com grande potencial de guarda porque podem selar bem a garrafa sem danificar a bebida.
  • Rolha de champagne: Conhecida como “stopper”, é feito de uma mistura de rolhas: o fundo é feito de cortiça maciça, para garantir a vedação e reter o aroma do vinho, enquanto o topo é de aglomerado, para que a rolha possa ser puxada manualmente. Sua forma também é ligeiramente diferente, semelhante a um cogumelo.
  • Rolha sintética: Este tipo de rolha só apareceu recentemente e surgiu no início dos anos 90 para substituir as rolhas de cortiça. A rolha sintética é feita de plástico e imita a aparência e o ruído da garrafa ao ser aberta. O oxigênio não passa, por isso são usados ​​apenas com rótulos jovens, não havendo necessidade de guardar as bebidas na horizontal. Marco Antonio Carbonari explica que uma das desvantagens deste método é que, tal como outros tipos de cortiça, não é reciclável nem biodegradável.
  • Screw cap: Normalmente chamado de rosca, é um plugue feito de alumínio ou estanho. É semelhante a uma tampa de garrafa pet. Para abri-la, basta desrosqueá-la, sem usar um abridor de garrafas. Para evitar que o vinho seja afetado pelo metal, a parte interna do screw cap – que pode entrar em contato com a bebida – é revestida por um anel de vedação feito de polímero de etileno. Além de ser um material neutro, a indústria de alimentos também permite o uso desse material.

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