Segundo a Dra. Dayse Ketren Souza, a cirurgia preventiva tem se destacado como uma abordagem essencial para evitar o agravamento de condições de saúde que podem se tornar graves e difíceis de tratar. Em muitos casos, realizar uma intervenção cirúrgica antes que a doença se manifeste de forma mais intensa pode salvar vidas e prevenir complicações severas. A remoção de pólipos intestinais, a apendicectomia e outras cirurgias preventivas são exemplos de como agir precocemente pode fazer toda a diferença.
Em quais casos a cirurgia preventiva é recomendada?
A cirurgia preventiva é indicada quando há risco de uma condição se agravar e se tornar mais difícil de tratar no futuro. Em muitos casos, o objetivo é intervir antes que a doença se desenvolva completamente ou cause complicações. Por exemplo, a remoção de pólipos intestinais é uma prática comum para evitar o risco de câncer colorretal. Ao retirar esses pólipos precocemente, evita-se que eles se transformem em tumores malignos, reduzindo significativamente as chances de um diagnóstico grave no futuro.
Outro exemplo que Dayse Ketren Souza menciona é a apendicectomia, uma cirurgia realizada para remover o apêndice quando há sinais de inflamação, como na apendicite. Embora a inflamação possa ser tratada com medicamentos, a remoção preventiva pode evitar complicações mais sérias, como a ruptura do órgão e a peritonite, uma condição que pode ser fatal se não tratada rapidamente. Assim, a cirurgia preventiva desempenha um papel crucial na manutenção da saúde a longo prazo.
Como a remoção de pólipos intestinais previne o câncer?
A remoção de pólipos intestinais é um exemplo clássico de cirurgia preventiva que visa evitar o desenvolvimento de câncer. Pólipos são pequenas formações de tecido que surgem nas paredes do intestino e podem se transformar em câncer se não forem removidos a tempo. Por isso, é recomendado que pessoas com mais de 50 anos ou com histórico familiar de câncer colorretal realizem exames periódicos, como a colonoscopia, para identificar e remover esses pólipos precocemente.

Ao realizar essa intervenção de forma preventiva, é possível reduzir o risco de câncer colorretal em até 80%. A Dra. Dayse Ketren Souza explica que esse tipo de cirurgia, embora simples, pode salvar vidas ao evitar o desenvolvimento de um câncer que, sem a remoção precoce, poderia ser fatal. Assim, a prática de remoção de pólipos tem se mostrado uma estratégia eficaz para a prevenção de complicações graves.
Quais são os benefícios de intervenções precoces, como a apendicectomia?
A apendicectomia, embora muitas vezes vista como uma emergência, também pode ser considerada preventiva em alguns casos. Quando o apêndice começa a inflamar, o risco de ruptura é iminente, o que pode levar a infecções graves e complicações. Optar pela remoção do apêndice antes que isso aconteça evita o desenvolvimento de uma peritonite, uma condição de risco elevado à vida.
Além disso, a realização de uma apendicectomia preventiva pode trazer benefícios significativos à saúde geral do paciente, uma vez que elimina o risco de futuras inflamações no apêndice e suas complicações associadas. Essa abordagem evita que o paciente precise lidar com os efeitos graves de uma cirurgia de emergência e permite uma recuperação mais tranquila e rápida, como destaca Dayse Ketren Souza.
A importância de agir antes que a doença se agrave
Em suma, a Dra. Dayse Ketren Souza deixa claro que a cirurgia preventiva é uma ferramenta poderosa na medicina moderna, permitindo que condições de saúde sejam tratadas antes que se tornem graves. Intervenções como a remoção de pólipos intestinais e a apendicectomia não apenas evitam complicações fatais, mas também melhoram a qualidade de vida do paciente a longo prazo. Assim, quando indicada, a cirurgia preventiva pode ser um passo crucial para manter a saúde e prevenir doenças mais sérias no futuro.
Autor: Valentin Zvonarev
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital