Em um cenário marcado por recursos escassos e mercados ainda pouco estruturados, construir uma empresa sólida no setor gráfico exige muito mais do que equipamentos e capital. Exige visão, resistência e a capacidade de aprender com cada ciclo do negócio. Dalmi Fernandes Defanti Junior, fundador da Gráfica Print, representa um desses casos em que a trajetória profissional fala mais alto do que qualquer apresentação institucional.
A trajetória começa antes mesmo da empresa. Em 1986, dois irmãos chegaram a Cuiabá com um sonho e a disposição de trabalhar para realizá-lo. O que veio depois não foi de imediato: foram anos de preparação, aprendizagem e leitura do mercado e de acúmulo de experiência antes que o projeto tomasse forma concreta.
Uma máquina alugada e muitos planos no papel
Em 1994, com apenas uma máquina alugada e um espaço pequeno, Dalmi Fernandes Defanti Junior e seu irmão Fábio deram início à Gráfica Print, em Cuiabá, Mato Grosso. O começo foi enxuto por necessidade, mas estruturado por intenção. Desde o início, havia clareza sobre o tipo de negócio que desejavam construir: uma gráfica que entregasse rigor na execução de projetos, cumprisse prazos e tratasse cada trabalho com atenção e dedicação única, independentemente do tamanho do pedido.
Esse posicionamento, que hoje pode parecer óbvio, era um diferencial real em um mercado em que a informalidade e a inconsistência de entrega eram comuns. A Gráfica Print foi se tornando conhecida não apenas pelos produtos que produzia, mas pela confiabilidade e qualidade do processo.
Conforme a operação cresceu, o portfólio se expandiu. De panfletos e cartões de visita, a empresa passou a atender demandas de maior complexidade, como livros, revistas, embalagens, material institucional, comunicação visual e outdoor. Cada nova categoria exigiu investimento em equipamentos, formação de equipe e domínio técnico aprofundado de processos específicos.
Crescimento sem perder identidade
Um dos desafios mais comuns em empresas que crescem rapidamente é a perda de identidade. O que funcionava quando a operação era pequena precisa ser reinventado quando a escala aumenta, mas sem abandonar o que construiu a reputação da empresa nos primeiros anos.
Na Gráfica Print, esse equilíbrio foi construído ao longo de décadas de ajustes. A missão declarada pela empresa reflete bem essa preocupação: acompanhar as mudanças e inovações do setor gráfico, contribuindo com o crescimento profissional dos clientes e colaboradores. Não é uma missão voltada apenas para dentro. Ela inclui explicitamente o desenvolvimento de quem está ao redor da empresa.
Sob a perspectiva de Dalmi Fernandes Defanti Junior, crescer no setor gráfico nunca foi apenas uma questão de aumentar a capacidade produtiva. Foi uma questão de ampliar responsabilidades: com os clientes, com os colaboradores e com o estado de Mato Grosso, onde a Gráfica Print se consolidou como referência regional.

Hoje, a empresa ocupa o posto de maior parque gráfico do estado, instalada na Av. João Eugênio Gonçalves Pinheiro, no bairro Areão, em Cuiabá. O parque conta com máquinas modernas e equipe especializada, capazes de atender desde produções simples até projetos gráficos de alta complexidade com agilidade, padrão técnico e qualidade elevada.
O que três décadas de mercado ensinam?
Trinta anos de operação no mesmo setor ensinam coisas que nenhum curso ou consultoria consegue transmitir com a mesma profundidade. Ensinam a ler ciclos econômicos, a antecipar mudanças tecnológicas antes que se tornem urgências, a gerir equipes em momentos de pressão e a tomar decisões com informação incompleta.
No setor gráfico especificamente, essas lições foram especialmente intensas. Dalmi Fernandes Defanti Junior comenta que o mercado passou por transformações profundas nas últimas três décadas: a transição do processo analógico para o digital, a chegada da impressão digital de alta qualidade, a pressão da internet sobre formatos impressos tradicionais e, mais recentemente, a retomada do impresso como elemento de diferenciação em um ambiente já saturado de conteúdo digital.
A cada nova transição foi preciso se reinventar para garantir e manter seus altos padrões de qualidade e, principalmente, para se manter de forma sólida no mercado. Algumas empresas que não souberam se adaptar ficaram pelo caminho. As que entenderam que a tecnologia é uma aliada, e não uma ameaça, como a Gráfica Print, saíram fortalecidas.
Como é notável no setor, a longevidade de uma empresa no setor gráfico não é resultado de sorte ou de condições favoráveis de mercado. É resultado de decisões consistentes ao longo do tempo: investir quando o mercado contrai, manter padrão de qualidade quando a pressão de preço aumenta e nunca perder de vista o que realmente seus clientes demandam.
Valores que sustentam uma operação de longo prazo
A Gráfica Print organiza sua cultura em torno de valores que vão além da produtividade: fé, ética, respeito, dedicação, honestidade, determinação e responsabilidade social. São termos corriqueiros em apresentações corporativas, mas que ganham peso totalmente diferente quando sustentados por três décadas de história.
A responsabilidade social, por exemplo, não se limita a ações solidárias pontuais. A empresa mantém uma Declaração de Política de Trabalho formalizada e adota o bem-estar dos colaboradores como parte da sua visão de futuro. Ser a melhor empresa do setor gráfico do Centro-Oeste, na definição da própria Gráfica Print, passa necessariamente pelo desenvolvimento das pessoas que fazem a operação funcionar todos os dias.
Esse modelo de gestão, em que valores e resultados coexistem sem contradição, é uma das marcas mais consistentes da trajetória construída por Dalmi Fernandes Defanti Júnior ao longo de mais de trinta anos no setor.
Para conhecer a estrutura, história e os serviços da Gráfica Print, acesse graficaprint.com.br. E ou o Instagram @graficaprintmt